Atenção: Nosso blog agora está em novo servidor, acessem:
http://artefinalweb.blogspot.com
Escrito por artefinalweb às 18h21
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
EM BREVE NOVO BLOG
Agradecemos a todos os visitantes de nosso blog, e informamos que em breve estaremos lançando um novo blog, muito mais dinâmico, com novo layout e com mais recursos.
Pedimos desculpas pelo incoveniente e agradecemos sua visita.
Arte Final Web
Escrito por artefinalweb às 21h10
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|

Google e Yahoo! mudam termos de parceria
O Yahoo! e o Google decidiram modificar os termos do seu acordo de publicidade para que ele seja finalmente aprovado pela Comissão Antitruste dos Estados Unidos. A medida foi tomada logo após o Google indicar que desistiria do negócio. A parceria tem sido alvo de críticas e investigações desde o anúncio, em junho de 2008. Anunciantes e órgãos reguladores desaprovam ação das empresas de internet. Por causa disso, elas decidiram enviar uma proposta reformulada ao Departamento de Justiça americano, reduzindo o tempo da parceria de dez para dois anos. O novo documento também limita a porcentagem da receita que o Yahoo! pode receber do Google em 25% e diz que os anunciantes do Google podem escolher se querem suas campanhas exibidas no Yahoo ou não.
Escrito por artefinalweb às 21h21
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|

McDonald's unifica projeto gráfico de menu
O McDonald’s já conta com um novo menu de balcão - painel luminoso de apresentação de cardápio situado atrás dos atendentes - para os mais de 550 restaurantes da rede no Brasil. Mudaram também os menus do Drive-Thru e os cardápios localizados no balcão. O projeto, que foi desenvolvido pela Taterka Comunicações, será expandido para outros 18 países na América Latina, onde a Arcos Dourados é responsável pela operação da marca. O novo menu de balcão é formado por uma série de módulos que priorizam fácil visualização de itens e valorização do produto. São ainda divididos por cores de acordo com categorias, verde para saladas, roxo para sobremesas, marrom para produtos premium e vermelho para as McOfertas. Para chegar ao resultado, o McDonald’s realizou mais de um ano de pesquisas com profissionais de comunicação visual, arquitetos, engenheiros, publicitários, fotógrafos e fornecedores de tecnologia. “Trata-se do mais moderno e eficiente menu de balcão na história da empresa no Brasil. Optamos por um material mais objetivo. Para isso, diminuímos o conteúdo de texto, limitamos o número de itens em destaque e separamos os produtos por cores”, explica o diretor de planejamento de marketing do McDonald’s Brasil, Roberto Gnypek. Entre as principais mudanças, ganham destaque o Big Tasty, o novo McMAX e o Chicken Club Bacon, agora separados dos clássicos Big Mac, Cheddar McMelt, McNífico Bacon. As ofertas do McChicken e do Quarteirão com Queijo são apresentadas em outro módulo. O diretor do McDonald’s lembra que o conceito trabalhado é o de que “menos é mais”. A apresentação do menu com menos produtos e menos textos deixam o material mais claro, mais direto e simples. O cardápio de balcão também foi reestruturado. Neste material, o cliente encontra todas as opções do McDonald’s. No novo menu, o preço e nome dos produtos têm o mesmo lugar de destaque em todos os módulos. Além das questões conceituais e organizacionais, as lâmpadas por trás das telas também foram modificadas para garantir maior qualidade técnica à resolução das fotos e para melhor visualização dos produtos e preços.
Fonte: Adnews (divulgação)
Escrito por artefinalweb às 22h46
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|

YouTube e TVs fazem as pazes
O co-fundador do YouTube, Chad Hurley, disse que a fase nebulosa no relacionamento do site com as TVs já passou.
Constantemente, dezenas de emissoras vêem seus conteúdos virarem hits e ampliarem ainda mais a audiência do mais popular site de vídeos do mundo, com quase 300 milhões de visitas mensais. Grupos de comunicação como a Viacom, por exemplo, reclamavam de ter seus conteúdos distribuídos por vezes sem o devido direito autoral.
"Quase todos os usos recebidos pelo YouTube foram inesperados para os que o criaram, mas acho que a posição de internet como inimigo das TVs já está superada, porque pouco a pouco vamos encontrando formas de que todos sejam beneficiados", disse à agência de notícias Efe durante a feira audiovisual Mipcom, em Cannes, na França.
O "vídeo sob demanda" foi um dos assuntos mais discutidos na feira. A possibilidade de assistir conteúdos sem grades fixas é o grande diferencial em relação ao modelo das Tvs. Frente a um grupo de veículos de comunicação, Chad Hurley não se desculpou pela revolução, mas, sim, confirmou a ameaça.
Segundo ele, desde que o YouTube foi comprado pelo Google por US$ 1,76 bilhão, em 2006, a grande mudança foi o apoio à produção independente. "a função do portal se transformou em uma mistura entre o apoio ao criador individual, para dar oportunidade a grandes contadores de histórias anônimos, e as empresas de comunicação e lazer tradicionais", disse à Efe. O fundador do site anunciou na quarta-feira parceria com a rede italiana de TV, RAI. A rede se junta a outras emissoras como CBS, Lionsgate e Antena 3.
Escrito por artefinalweb às 20h42
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Internet melhora desempenho do cérebro, diz estudo
Um novo estudo americano sugere que pessoas na meia-idade ou mais velhas aumentam o poder de seus cérebros com o uso da Internet.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia - Los Angeles descobriram que a busca de dados pela rede estimula centros do cérebros que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo.
Segundo os cientistas, isso pode até ajudar no combate a mudanças fisiológicas relacionadas à idade que levam o cérebro a ficar mais lento.
Com o envelhecimento, o cérebro passa por uma série de mudanças, incluindo o encolhimento e redução na atividade celular, o que pode ter um impacto no desempenho cerebral.
Acreditava-se que atividades como palavras-cruzadas ajudariam a manter o cérebro ativo e também a minimizar o impacto do envelhecimento. O novo estudo sugere que surfar pela Internet também pode ser uma dessas atividades.
"Os resultados do estudo são encorajadores, as tecnologias que estão surgindo podem ter efeitos fisiológicos e benefícios potenciais para adultos de meia-idade ou mais velhos", diz o professor Gary Small, que liderou a pesquisa.
"As buscas na Internet envolvem uma complicada atividade cerebral, que pode ajudar a exercitar o cérebro e melhorar as funções cerebrais", acrescenta Small.
O estudo foi publicado na revista "American Journal of Geriatric Psychiatry".
Exames
Os cientistas trabalharam com 24 voluntários com idades entre 55 e 76 anos. Metade era formada por usuários experientes da Internet. Cada voluntário teve o cérebro examinado enquanto fazia buscas na Internet e lia livros.
Os dois tipos de tarefas deram provas de uma atividade significativa em regiões do cérebro que controlam linguagem, leitura, memória e habilidades visuais.
No entanto, a busca na Internet produziu atividade adicional em áreas separadas do cérebro, que controlam a tomada de decisões e raciocínos complexos, mas apenas nos voluntários que eram usuários experientes da internet.
Segundo os pesquisadores, comparando com a simples leitura, as múltiplas escolhas da Internet exigem que as pessoas tomem decisões a respeito do que clicar para conseguir informações relevantes.
Os cientistas sugeriram, porém, que os usuários inexperientes da rede não conseguiram compreender bem as estratégias necessárias para uma busca bem-sucedida.
"Uma tarefa simples, cotidiana, como fazer buscas na Internet, parece intensificar os circuitos cerebrais nos adultos mais velhos, demonstrando que nosso cérebro pode continuar a aprender à medida que envelhecemos", afirma Small.
"Essas descobertas fascinantes se somam a pesquisas anteriores e sugerem que pessoas de meia-idade ou mais velhas podem reduzir o risco de sofrer de demência ao praticar regularmente atividades cerebrais estimulantes", diz Rebecca Wood, diretora-executiva da organização Alzheimer's Research Trust.
"Interação social frequente, prática regular de exercícios e a manutenção de uma dieta balanceada também podem reduzir o risco de demência", acrescenta Wood.
No entanto, para Susanne Sorensen, chefe de pesquisas da Alzheimer's Society, "ainda há poucas evidências de que manter o cérebro ativo por meio de palavras-cruzadas, jogos e outras atividades" pode reduzir o risco de demência.
Escrito por artefinalweb às 19h55
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|

Lula quer ter mais intimidade com internet
O presidente Lula admitiu nesta manhã que gostaria de acessar mais a internet e que, normalmente fica sabendo das informações publicadas sobre o governo na rede pelos seus assessores. Lula disse que após o fim de seu mandato em 2010 vai tentar estreitar sua relação com a web, principalmente no que diz respeito à música. Ele informou que, inclusive, já fez o download de canções para presentear amigos.
O presidente declarou que a vantagem de ler notícias online é que "você não precisa sujar as mãos para ler notícias". Lula ainda elogiou a atuação e agilidade dos portais noticiosos e garantiu que trabalha para promover a inclusão digital como no "Programa Computador para Todos".
De acordo com o presidente, "a Internet é o extravasamento da liberalidade do ser humano".
Escrito por artefinalweb às 21h21
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|

Yahoo! pode retomar negociações de venda para a Microsoft por causa da crise nos EUA
Por conta da crise financeira que eclodiu nos Estados Unidos no final de setembro, as ações do grupo Yahoo! desabaram, sendo uma das empresas mais atingidas pela desvalorização de seus ativos no país. Na última quinta-feira (09/10), seus papéis chegaram a ser negociados abaixo de US$ 13.
Quando estreou na bolsa eletrônica Nasdaq, o Yahoo! recebeu ofertas da Microsoft de US$ 31 por ação - somando um total de US$ 47,5 bilhões separados para o investimento. Na época, o CEO da empresa, Jerry Yang, acusou a companhia de Bill Gates de querer aproveitar-se de um momento atipicamente ruim para o grupo de Internet para, então, fechar a compra. Após meses de negociações, a Microsoft desistiu da aquisição, em maio deste ano.
Segundo reportagem do site INFO Online, agora que os papéis da empresa de buscas são negociados por quase um terço do valor ofertado pela criadora do PC, investidores do Yahoo! pedem reabertura do diálogo entre ambas. O Mithras Capital, importante acionista da empresa, defendeu uma aproximação com a ex-investidora.
Para os investidores do grupo, que defende um acordo em que a Microsoft pague US$ 22 por ação ao Yahoo!, essa é a hora de retomar as conversas e salvar a empresa de uma baixa ainda maior. A direção de nenhuma das companhias se manifestou, mas, a princípio, para o grupo de Bill Gates, pode ser difícil dispor de dinheiro neste momento de crise financeira.
Escrito por artefinalweb às 13h32
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|

Terminados os jogos, começa a luta pelo ouro publicitário
O velocista negro Jesse Owens entrou para a história depois de conquistar quatro medalhas de ouro nos Jogos de Berlim, em 1936, frustrando os planos de Adolf Hitler de demonstrar nas competições na Alemanha nazista a supremacia da “raça ariana”. De volta para os Estados Unidos, Owens passou a exibir suas habilidades atléticas apostando corridas contra motos e cavalos em troca de um cachê de 2 000 dólares. A quem perguntasse o motivo de ter se humilhado a esse ponto, ele respondia: “Porque não posso comer as minhas medalhas”. Esse foi o preço que Owens pagou por ter sido um campeão da fase amadora do esporte. Hoje, ideais olímpicos à parte, com a dinheirama em jogo bancada por empresas esportivas, patrocinadores e emissoras de televisão, os atletas podem esperar muito mais de suas conquistas em pistas, piscinas, quadras e campos. Uma medalha de ouro da Olimpíada de Pequim, se derretida, valeria menos de 200 dólares. Mas a imagem de um campeão pode valer milhões de dólares. As competições na China não só reafirmaram essa máxima como elevaram as cifras a um novo patamar.
Estrela máxima da competição em Pequim, com seu recorde de oito medalhas de ouro arrebanhadas no Cubo d’Água, o americano Michael Phelps, de 23 anos, ganhava cerca de 5 milhões de dólares por ano, entre salário e patrocínios. Segundo especialistas em marketing esportivo, em breve a cifra pode subir para a marca de 30 milhões de dólares. Apesar do salto impressionante, ainda é um número modesto para os rendimentos de astros como o golfista Tiger Woods, que recebe quase 130 milhões de dólares por ano (veja quadro). Isso se explica pela natureza das competições de natação, esporte que não tem grande visibilidade fora de grandes eventos, como a Olimpíada. Este é, portanto, o momento para que astros como Phelps valorizem sua imagem.
Enquanto Owens mostrou seu talento num circo deprimente após o sucesso olímpico, Phelps vai iniciar, neste mês, uma turnê mundial por Austrália, Japão, China, Europa e Estados Unidos para nadar em provas de exibição. O show foi organizado pela principal patrocinadora do campeão, a fabricante de material esportivo Speedo. A empresa vai aproveitar a ocasião para lançar uma versão para atletas amadores do supermaiô LZR, peça que ajudou Phelps e outros competidores a pulverizar 25 recordes olímpicos em Pequim. Existe hoje também uma enorme preocupação na Speedo, pois o contrato de Phelps expira no início de 2009, o que abre espaço para alguma concorrente tentar fisgar o homem-tubarão. Segundo publicou recentemente o jornal americano The Wall Street Journal, a Nike estaria disposta a pagar de 40 milhões a 50 milhões de dólares por um contrato de quatro anos com Phelps. A Nike não confirmou nem negou a possibilidade. “A empresa não discute seus contratos, e isso vale para potenciais futuras relações de marketing esportivo”, disse um porta-voz da Nike.
Segundo alguns analistas, as 14 medalhas de ouro conquistadas nas duas últimas Olimpíadas podem transformar Phelps num novo Michael Jordan, o superastro do basquete profissional americano que faturou alto com publicidade no auge de sua carreira, nos anos 90. O nadador americano virou o nome mais procurado no site de relacionamentos Facebook. Sua página contabiliza quase 1 milhão de fãs. A fama de Phelps também aparece na multiplicação das manchetes dedicadas a ele em jornais do mundo inteiro (a especulação do momento é sobre o namoro com a modelo inglesa Lily Donaldson). O desempenho avassalador, sua juventude e o perfil de bom moço credenciam o atleta ao papel de herói dos Estados Unidos. Na ficha corrida de Phelps consta apenas uma escorregada em forma de detenção por dirigir embriagado em 2004. Ele já pediu desculpas públicas e cumpriu a pena de 18 meses executando serviços comunitários.
Para quem duvida do potencial para impulsionar uma marca que um atleta pode ter, os Jogos de Pequim forneceram dois ótimos exemplos instantâneos. O primeiro deles, logo na cerimônia de abertura. A honra de acender a pira olímpica coube ao ex-atleta Li Ning, que se tornou ídolo nacional ao conquistar três medalhas de ouro para a China nos Jogos de Los Angeles, em 1984. Depois da aposentadoria, ele fundou a fabricante de material esportivo Li Ning Co., conhecida como a “Nike chinesa”. Horas depois da aparição do dono da empresa nos Jogos de Pequim, as ações da Li Ning Co. subiram 4% na bolsa de Hong Kong. Na semana seguinte, uma pesquisa do instituto CTR mostrou que 40% dos chineses achavam que a Li Ning era uma das patrocinadoras dos Jogos, ante apenas 23% que reconheciam a Adidas como uma das marcas oficiais da competição. Detalhe: a empresa alemã pagou 20 milhões de dólares para se associar ao evento.
Escrito por artefinalweb às 21h30
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Oposição a acordo entre Yahoo e Google está crescendo
A investigação antitruste da parceria publicitária entre Google e Yahoo conduzida pelo Departamento da Justiça dos Estados Unidos revelou o crescente ressentimento e medo que o poder do Google causa a alguns dos maiores participantes do mercado publicitário - e exatamente os clientes de que o Google precisa para continuar expandindo seus negócios.
Algumas das principais associações setoriais e agências de publicidade que se pronunciaram contra o acordo expressaram preocupação com a possibilidade de que os preços aumentem. A ansiedade delas quanto ao crescente domínio do Google sobre o mercado de publicidade vinculada a buscas, lucrativo e de rápido crescimento, e quanto à justiça do sistema de leilão que o Google adota para determinar o preço da publicidade vinculada a buscas poderia gerar confrontos cada vez mais fortes. Alguns grandes anunciantes na Internet, como o Avis Budget Group e a Buy.com, expressaram apoio ao acordo.
"O Google e o Yahoo alegam que operam por leilões", disse Robert Liodice, presidente da Associação Nacional dos Anunciantes norte-americanos. "Muitos de nossos integrantes não necessariamente acreditam que se trate de verdadeiros leilões".
A associação, que representa muitos dos maiores anunciantes norte-americanos, bem como sua organização-irmã canadense e um grupo que representa jornais de todo o mundo, solicitaram que o Departamento da Justiça e autoridades regulatórias da Europa e Canadá bloqueiem o acordo. Diversos outros grupos setoriais criticaram a aliança mas não chegaram a solicitar que fosse proibida.
A revisão deve ser concluída antes do final do mês. Enquanto isso, os analistas que acompanham o Google se preocupam por o acordo colocar a empresa em um curso de colisões mais freqüentes com as autoridades regulatórias do governo. Isso pode prejudicar suas perspectivas de crescimento, da mesma maneira que os confrontos da Microsoft com o governo reduziram a capacidade de inovação da empresa. "Toda essa fricção legislativa e com o governo é nossa maior preocupação no que tange ao avanço dos negócios do Google", disse Christa Quarles, analista da Thomas Weisel Partners.
Os sentimentos não são unânimes no mundo da publicidade. Alguns anunciantes e agências afirmaram que o acordo poderia beneficiá-los, e aos seus clientes, e faria do Yahoo, o segundo colocado entre os serviços de busca na web, concorrente mais forte para o Google, que os lidera.
Mas mesmo alguns dos defensores do acordo se declaram inseguros quanto ao crescente poder do Google e quanto ao que descrevem como leilões inescrutáveis para determinar os preços dos anúncios.
"O que gosto nesse acordo é que ele torna o Yahoo mais viável", disse David Kenny, sócio responsável pela publicidade da VivaKi, a divisão de mídia digital da Publicis Groupe, um dos gigantes da publicidade. "Nós certamente desejamos que exista concorrência. E também deixamos claro ao Google que queremos que os algoritmos que eles usam sejam mais transparentes".
Google e Yahoo vêm defendendo o acordo vigorosamente, alegando que ele beneficiaria usuários e anunciantes. Afirmaram que o acordo, sob o qual o Yahoo pode optar por vincular anúncios vendidos pelo Google a alguns de seus resultados de buscas nos Estados Unidos e Canadá, tornaria o Yahoo mais viável. O Yahoo assinou o acordo depois que suas negociações de fusão com a Microsoft fracassaram, em junho.
Desde então, a Microsoft vem pressionando contra o acordo e apresentando questões antitruste. O Google respondeu por 62% das buscas realizadas nos Estados Unidos em julho, e o Yahoo por 20,5%, de acordo com a comScore. Mas o Google domina o mercado de publicidade vinculada a buscas por margem ainda maior.
Eric Schmidt, presidente-executivo do Google, afirma que a empresa antecipou muitas dessas objeções mas decidiu levar o acordo adiante ainda assim.
"O acordo foi concebido exatamente para se enquadrar aos termos das leis antitruste dos Estados Unidos", ele disse em encontro com jornalistas no mês passado. Quando uma grande empresa tenta inovar, algumas das iniciativas que conduz podem ser impopulares ou causar críticas, afirmou. "A orientação que seguimos é: o usuário final sairá em vantagem? Decidir que, porque antecipamos certo desgaste, não vamos fazer aquilo que acreditamos ser correto não é uma boa maneira de dirigir um negócio".
Google e Yahoo criaram sites destinados a esclarecer os interessados quanto às preocupações expressas por anunciantes e autoridades regulatórias. Os executivos das duas empresas também se reuniram com anunciantes em busca de apoio.
A Associação Nacional dos Anunciantes afirma que não considerou os argumentos das empresas convincentes. "Não mudamos de opinião", afirmou Liodice em mensagem de e-mail.
Ele disse que apenas um membro do conselho da associação, que inclui executivos de quase 30 grandes anunciantes norte-americanos, estava "indeciso" sobre combater o acordo, mas não identificou o conselheiro.
As opiniões divergentes entre os anunciantes dependem em larga de eles acreditarem que o acordo vá enfraquecer ou reforçar o Yahoo. Um argumento que o Yahoo e alguns de seus defensores propõe é que o Yahoo utilizará a publicidade do Google principalmente para termos de busca obscuros que no momento não geram anúncios para a empresa.
O Yahoo continuará a vincular os seus anúncios aos termos de busca mais populares, e reinvestirá quaisquer dólares adicionais na melhora de seu sistema publicitário, para que possa deixar o Google de lado, com o tempo. A empresa anunciou que espera auferir receita adicional de entre US$ 250 milhões e US$ 450 milhões no primeiro ano do acordo.
"O Yahoo vai usar o acordo para ajudar-nos a ser um concorrente mais forte em todos os segmentos da publicidade online", escreveu Susan Decker, presidente da empresa, em um blog da companhia.
Mas outros observadores acreditam que assim que o Yahoo começar a desfrutar da receita extra propiciada pelo Google, vai desejar elevar a proporção de anúncios oriundos do sistema Google, para ampliar ainda mais sua receita.
"Com o tempo, o Yahoo vai terceirizar mais e mais publicidade para o Google, e isso significa que se atrofiará", disse Rob Norman, presidente-executivo da GroupM Interaction Worldwide, divisão do WPP Group, outro dos grandes grupos publicitários. "O acordo não me agrada".
Alguns analistas sugeriam que o Departamento da Justiça responda a essa preocupação impondo um limite à porcentagem de anúncios oriundos do Google que o Yahoo poderia veicular.
Gina Talamona, porta-voz do Departamento da Justiça, disse que a investigação continuava em curso mas não acrescentou mais informações. Na sexta-feira, as empresas anunciaram que haviam concordado em adiar a implementação do acordo por mais algum tempo para permitir a conclusão da investigação.
Outra acusação é a de que o acordo é uma tentativa das duas líderes no mercado de buscas para manipular os preços da publicidade vinculada a buscas, mas as duas empresas rejeitam a alegação.
"Ouvimos muitas vezes esse argumento de que o Google vai elevar os preços com o acordo", disse Larry Page, co-fundador da empresa, no mês passado. "Mas não somos nós que determinamos os preços".
Mas grandes anunciantes dizem que o Google estabelece lances mínimos e controla outros elementos que controlam os preços pagos pelos anunciantes.
"A declaração de que se trata de um leilão e que o mercado determina os preços não procede", disse Norman.
Enquanto os grandes anunciantes se queixam do poder crescente do Google, eles ainda assim desviam maior proporção de suas verbas para anunciar na empresa, porque o sistema dela oferece os melhores retornos.
"Coletivamente, as pessoas gostariam que o Google tivesse menos poder", disse Ellen Siminoff, presidente do conselho da Efficient Frontier, que assessora anunciantes quanto a publicidade vinculada a buscas. "Mas, individualmente, elas preferem investir no Google porque a responsabilidade por obter bons retornos é delas".
Escrito por artefinalweb às 21h03
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
|
 |
|